05 Janeiro, 2009

Unique III - vídeos

Se a curiosidade é muita, veja:

video



Unique II - Festa


Mais fotos da Unique Party, desta vez, da festa mesmo.




A hostess Preta Rosa





A venda de ingressos entrou pela madrugada




Público na entrada




Assessoria Zag na festa - recepção à imprensa




Vista do hall decorado por Renata Varandas



Fernandinha Queiroga (à dir.) e amiga




Papinho no hall Unique Party



Bombando



Salão Parahyba







Unique Party Experiências únicas


04 Janeiro, 2009



Vestibular Fesp acontece dia 17 de janeiro


As provas para o vestibular da Fesp Faculdades vão acontecer no próximo dia 17 de janeiro, mas, o filme da faculdade está no ar praticamente desde o Natal. Com direção e produção de Julliana Veloso (RTVC- ZAG), fotografia de Sérgio Camalaú, coleta e finalização da Canário Filmes, o filme de 30" aposta na principal virtude da instituição: a competência dos professores, profissionais reconhecidamente festejados na área do Direito. A direção de criação e o roteiro são de Wilza Almeida.



Confira a ficha do material.



Cliente: Fesp Faculdades
Peça: Filme 30"
Atendimento: Cristiane Fernandes
Direção de Criação e roteiro: Wilza Almeida
Direção e produção: Julliana Veloso
Fotografia: Sérgio Camalaú
Edição: Rafa Monguilhott e Klayton Panda
Produtora: Canário Filmes
Aprovação: Direção da Faculdade

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E aqui, as fotos do making off.













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31 Dezembro, 2008



Trabalho Unique

A festa de lançamento do Unique Club, empresa de Iramirton Moura e Felipe Marcelo , tomou as ações da Zag por completo. Foram dias intensos de criação, planejamento e muita produção para dar conta de um ritmo frenético de trabalho e de idéias que aconteciam a todo momento.
Ao final, todos satisfeitos, a festa, um sucesso e a perspectiva de realizarmos, também, a comunicação do camarote Unique dentro do Fest Verão.

A estratégia de comunicação utilizada para a festa e para o clube baseou-se, de início, completamente no universo online, na qual foi explorada a figura de formadores de opinião dentro e fora dos ambientes virtuais. Batizamos essas pessoas de Gossip Girls and Guys, numa alusão óbvia ao seriado americano.

A partir desse conceito, foram desenvolvidas as peças para avatar de MSN e Orkut, flyers virtuais e site. (Veja http://www.uniqueclub.com.br/). Instruímos Iramirton e Felipe para que eles próprios iniciassem os convites para a festa e, só depois de trabalhar o buchicho inicial, partissem para ações mais abertas de comunicação.

Abertas, mas nem tanto, afinal, o conceito de comunicação exclusiva, focada e segmentada foi mantido até que a notícia sobre o Unique Club demandasse maiores esclarecimentos sobre o que seria essa empreitada.

E foi assim que aconteceu. Após as ações de comunicação iniciais, foi fechada uma parceria com a coluna de Fábio Bernardo - perfeito para atingir o público da empresa. Na coluna foram veiculados anúncios exclusivos, que tomaram o lugar usualmente dedicado às notas. Também na coluna, as ações de assessoria de imprensa da Zag garantiram notas exclusivas e contínuas, que despertavam o interesse do público, à medida que se aproximava a data da festa.
Dentro das ações de assessoria de imprensa, também foi planejada a entrega de press kits compostos por um convite personalizado, o release impresso e uma champagne Pol Clément para formadores de opinão da capital: jornalistas, colunistas, empresários, executivos de veículos de comunicação e demais personalidades locais.

O resultado de tudo foi uma avalanche de elogios, o Salão Parahyba lotado e a certeza de que a comunicação integrada, focada e planejada faz sempre toda a diferença.

Confira as fotos deste case especial.












28 Novembro, 2008

Ainda sobre a Rava



Esses são os estudos para os brindes de final de ano que a Rava vai distribuir com os seus principais clientes em todo o Brasil.






O material será enviado via Correios e está em fase final de elaboração.




Faltam alguns detalhes, mas já dá para adiantar que a proposta da Zag tem tudo a ver com a responsabilidade social praticada pela empresa.

Planejamento da Zag gera mídia espontânea para Rava


Mais um planejamento de assessoria de imprensa que deu super certo. Desta vez, foi a chance da Rava Embalagens falar sobre um grande produto da sua linha produção: os sacos plásticos biodegradáveis da linha doméstica Dona Limpeza. Produzidos com matéria-prima oxibiodegradável, os sacos da linha Dona Limpeza levam apenas 18 meses para se decomporem em pequenos pedaços que são consumidos pelos microorganismos existentes na natureza. Os sacos plásticos comuns podem demorar até 500 anos. Dessa forma, a empresa coloca à disposição do mercado uma opção de compra ecologicamente correta e comprometida com as novas demandas mundiais de zelo e respeito pela natureza, atitude que deve ser imperiosa no nosso dia-a-dia.

O planejamento de comunicação feito pela Zag para a Rava rendeu uma reportagem de quase 6 minutos exibida no último dia 23 de novembro, no programa Correio Cidades e reexibida na íntegra, no Jornal Correio, edição da manhã, da última terça-feira, 25. Além da mídia espontânea em televisão, a Zag pautou e emplacou uma entrevista na CBN, ao vivo, na tarde do dia 27 de novembro, com a gerente de RH da Rava, Nilma Figueiredo, que falou sobre o 1º lugar que a empresa obteve na etapa Nordeste do Prêmio Sesi Qualidade no trabalho.



19 Novembro, 2008

Felicidade também se mede

Daniel Limas
para o Jornal EStilo & Gestão RH On Line

Enquanto o mundo discute soluções para a crise econômica mundial, um pequeno país asiático, o Butão, faz o mundo questionar o quanto é eficiente medir o progresso de uma nação por meio do PIB (Produto Interno Bruto). Este índice representa a soma de todos os bens e serviços produzidos por um País, Estado ou cidade sem levar em conta a conservação do meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas. Na busca por um índice mais eficaz do ponto de vista do desenvolvimento sustentável, o Butão criou em 1972 critérios que medem a Felicidade Interna Bruta (FIB), que avaliam o progresso levando em conta as dimensões sociais, ambientais, espirituais e econômicas. Este assunto foi alvo da 1ª Conferência Nacional sobre FIB, realizado em São Paulo, no último dia 29 de outubro. O evento contou com a participação Karma Dasho Ura, coordenador das pesquisas sobre FIB no Butão, Michael Pennock, consultor sobre o Índice de Genuíno Progresso no Canadá, Susan Andrews, coordenadora da ecovila Parque Ecológico Visão Futuro, e Ladislau Dowbor, economista e professor da PUC-SP. “A idéia do FIB é incorporar a felicidade, medida por critérios técnicos em questionários de até 150 perguntas, aos índices de desenvolvimento de uma cidade, Estado ou País”, explica Susan Andrews, psicóloga e antropóloga formada pela Universidade de Harvard, e coordenadora do FIB no Brasil. Para medir o FIB, a percepção dos cidadãos em relação a sua felicidade é analisada em nove dimensões: padrão de vida econômica, critérios de governança, educação de qualidade, saúde, vitalidade comunitária, proteção ambiental, acesso à cultura, gerenciamento equilibrado do tempo e bem-estar psicológico. Enquanto os defensores do PIB acreditam que a acumulação da produção econômica leva a um maior bem estar, pesquisas mostram o contrário. Após um certo nível de renda, o aumento da riqueza não traz semelhante aumento da felicidade. Se essa relação realmente existisse, o índice de felicidade seria muito elevado na grande maioria dos países com a economia desenvolvida, como os Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e França. Essa informação também pode ser comprovada pela pesquisa World Values Survey, de 2008. Ela envolveu 350 mil pessoas em 97 países e territórios, o Brasil ocupa a 30ª colocação no ranking de felicidade, a Dinamarca lidera, seguida, de Porto Rico, em segundo lugar, e Colômbia, em terceiro. Rússia e Iraque estão entre os dez menos felizes e o Zimbábue, na África, ficou em último lugar. O país mais rico do planeta (os Estados Unidos), por exemplo, ocupou o 16º lugar na lista. Para os pesquisadores, a liberdade (pessoal, política, de escolha) seria um dos grandes fatores para ser mais feliz. A igualdade entre os sexos e a tolerância racial também seriam importantes.
A realidade do Butão até o início da década de 1970
Uma brutal política de isolamento levou o Butão a concentrar os mais altos índices de pobreza, analfabetismo e mortalidade infantil do planeta. Em 1972, juntamente com a abertura econômica, o recém-empossado rei Jigme Singye Wangchuck criou o conceito de Felicidade Interna Bruta, para redefinir o significado de desenvolvimento social e econômico. Hoje o Butão - cuja capital, Thimphu, com 50 mil habitantes, não possui semáforos e só conheceu televisão e internet em 1999 -, vê os índices de analfabetismo e mortalidade infantil despencarem, a economia se recuperar e as belezas naturais continuarem intactas, com 28% de seu território delimitado por parques nacionais. Desde o fim da década de 1990, observadores da ONU viajam ao País anualmente para estudar o jeito butanês de levar a vida. “As mudanças foram reflexo da maneira como os butaneses passaram a observar a vida, valorizando somente o que realmente interessa”, afirma Susan. “Eles se dizem, hoje, o povo mais feliz do planeta.” O assunto é tão sério que para ela, os bons resultados no Butão chamaram a atenção da ONU (Organização das Nações Unidas), que passou a estudar a implementação do exemplo butanês em outros países. Uma versão internacional está sendo elaborada no Canadá, com aplicação prática e experimental prevista para este ano, em Vancouver. Segundo Michael Pennock, a métrica do PIB é muito estreita enquanto medida de bem-estar. “Precisamos repensar a maneira como estamos medindo o progresso. O FIB é mais abrangente que o PIB e, diferentemente do que muita gente imagina, é sim baseado em métodos científicos e não em questões filosóficas e religiosas”. Para pesquisadores, a adoção do FIB, em conjunto com outros indicadores, tem o mérito de informar a população sobre sua percepção de bem-estar. “O PIB foi elaborado na década de 1950 e está defasado há muito como indicador de desenvolvimento de um país. O FIB complementa os indicadores de qualidade de vida, juntamente com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)”, afirma o economista Ladislau Dowbor. Será que é possível aplicar este mesmo conceito nas empresas? Certamente, muitas organizações já o fazem, mesmo sem saber. Fazer a pesquisa de clima, ou seja, “ouvir” o que o colaborador pensa a respeito da empresa é uma forma de medir o índice de felicidade. Uma boa gestão, benefícios atraentes, remuneração justa, boas condições de trabalho, oportunidades de crescimento na carreira... essas são boas atitudes que, certamente, contribuem para aumentar o índice de felicidade de qualquer organização.

07 Novembro, 2008

Mobile marketing cresce

A explosão da telefonia celular no Brasil tem impulsionado uma nova modalidade de marketing, que já começa a ter representatividade na receita das operadoras de telefonia móvel. Análises da IDC mostram que as mensagens B2C movimentaram U$ 129 milhões em 2007 e já representam 10% da receita dos serviços de valor agregado dessas operadoras. Em 2008, esse valor deve ultrapassar os U$150 milhões.

“Apesar do crescimento, esse mercado ainda está no início no Brasil”, destaca Vinicius Caetano, analista de telecomunicações da IDC. Os dados fazem parte do estudo Mobile Content Services, cuja análise foi feita de forma quantitativa considerando o número de mensagens de publicidade e promoções, que hoje está em torno de 1 bilhão por ano entre todas as operadoras.

Já outro estudo correlato, Mobile Marketing, avaliou esse segmento qualitativamente comparando-o com os EUA, onde o mercado está muito mais avançado e movimenta cerca de US$ 105 milhões apenas com mensagens de publicidade. “O mobile marketing teve início mundialmente nesse país e hoje busca maior interatividade, utilizando outros meios como vídeos e patrocínios, da mesma forma em que é feita a propaganda na Internet”, explica Caetano. Ele sinaliza que “à medida que os telefones 3G entrarem no mercado nacional, o Brasil alcançará rapidamente esse estágio. Atualmente, esses aparelhos respondem somente por 1,2% da base de celulares”.

Para o analista da IDC, o mobile marketing deve crescer bastante nos próximos anos, especialmente em algumas modalidades como a tradicional que abrange apenas a recepção de mensagens, o leilão reverso e a propaganda baseada em localização, que é a grande novidade nessa área e deve se transformar em um segmento importante para o mobile marketing, viabilizado pelo GPS. “A base de celulares com GPS está aumentando e agora é o momento de se discutir a questão da privacidade, uma vez que essa questão se mal resolvida pode inviabilizar a implementação do sistema ”, destaca Caetano.

Os custos do mobile marketing que não são de mensagens ainda são altos devido à diversidade de aparelhos celulares que funcionam com sistemas diferentes. “No futuro, a tendência é de consolidação não só do ponto de vista de propaganda como em termos de serviço ao cliente”, prevê o analista, lembrando que o mercado de provedores de conteúdo passa por uma acomodação, as pequenas empresas estão fechando ou estão sendo adquiridas pelas grandes.

De acordo com Caetano, o que ainda impede maior crescimento do mobile marketing no Brasil é justamente a falta de preparo das operadoras para fornecer informações detalhadas aos provedores de conteúdo. “As empresas de telefonia precisam segmentar o mercado e fazer um estudo de suas respectivas bases de clientes para obter maior eficiência no trabalho com os provedores de conteúdo móvel, responsáveis pela criação das propagandas. Essa segmentação evita que usuários recebam mensagens que não se encaixam em seu perfil, reduzindo o efeito spam, bem como os custos de envio" destaca o analista.

Fonte: IMS Brasil
03/11/2008

04 Novembro, 2008


Ainda sobre a visita à CBN.

A entrevista com o Adriano Moreno durou 1 hora e foi ao vivo. Estive lá acompanhando o palestrante, juntamente com o Thiago, da Futura Investimentos. O apresentador Gio Medeiros foi bastante habilidoso ao fazer render o tema e os ouvintes também puderam tirar as suas dúvidas, através de telefonemas para o estúdio.

O saldo da assessoria foi bastante positivo. Confira aqui mais alguns registros da entrevista.


Gio Medeiros e Adriano Moreno



Pausa pro registro




Descontração


Conversa foi produtiva




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